quarta-feira, 23 de junho de 2010

FARMÁCIA ESTABELECIMENTO DE SAÚDE

Fazer da farmácia um estabelecimento de saúde - uma atividade de interesse social e não apenas um comércio lucrativo - é tarefa que somente logrará êxito com a participação de toda a sociedade e suas organizações.
A busca desenfreada pelo lucro, baseada em práticas comerciais abusivas, não pode se sobrepor aos preceitos éticos e técnicos que a atividade requer. O cidadão precisa ser respeitado em seus direitos fundamentais. A farmácia cabe a responsabilidade de estabelecimento sanitário irradiador de noções básicas sobre cuidados da saúde e de promoção do uso racional de medicamentos.
Nesta concepção a farmácia deve ser vista como estabelecimento de saúde, com atendimento qualificado e diferenciado, já que não se equipara às atividades comerciais tradicionais. O medicamento é um insumo essencial à vida e requer cuidados na sua dispensação não podendo ser tratado como simples mercadoria.

terça-feira, 8 de junho de 2010

TCC - Apresentação e defesa

A Apresentação e defesa do TCC dos acadêmicos da sétima fase do curso farmácia da FURB acontecerá nos dias 16 e 17 de Junho de 2010 das 8 às 11 horas e das 13:30 às 16:30, nas entrada do bloco A do compus I da universidade.

MEDICAMENTOS GENÉRICOS


Diferença



O que são medicamentos de referência?
São, normalmente, medicamentos inovadores, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente, por ocasião do registro junto ao Ministério da Saúde, através da Anvisa. São os medicamentos que, geralmente, se encontram há bastante tempo no mercado e têm uma marca comercial conhecida



O que são medicamentos genéricos?
O medicamento genérico é aquele que contém o mesmo fármaco (princípio ativo), na mesma dose e forma farmacêutica, é administrado pela mesma via e com a mesma indicação terapêutica do medicamento de referência no país, apresentando a mesma segurança que o medicamento de referência no país podendo, com este, ser intercambiável. A intercambialidade, ou seja, a segura substituição do medicamento de referência pelo seu genérico, é assegurada por testes de bioequivalência apresentados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária, do Ministério da Saúde. Essa intercambialidade somente poderá ser realizada pelo farmacêutico responsável, pela farmácia ou drogaria e deverá ser registrada na receita médica.


O que são medicamentos similares?
Os similares são medicamentos que possuem o mesmo fármaco, a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia, indicação terapêutica e qualidade do medicamento de referência, mas não são intercambiáveis com este. São identificados por um nome de marca e também não são intercambiáveis com os genéricos e vice-versa.

Medicamento genérico

O medicamento genérico é o único que pode ser intercambiável com o medicamento de referência (ou seja, substituído), por apresentar os mesmos efeitos e a mesma segurança, demonstrados nos testes de equivalência farmacêutica e de bioequivalência realizados.
As vantagens do medicamento genérico são qualidade atestada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, e ter, comprovadamente, menor custo que o medicamento de referência correspondente
O motivo de o medicamento genérico ser mais barato que o medicamento de referência é porque os fabricantes de medicamentos genéricos não necessitam fazer investimentos em pesquisas para o seu desenvolvimento, visto que as formulações já estão definidas pelos medicamentos de referência. Outro motivo para os preços reduzidos dos genéricos diz respeito ao marketing. Os seus fabricantes não necessitam fazer propaganda, pois não há marca a ser divulgada.
A diferença dos medicamentos genéricos e de marca (referência) está na embalagem. Apenas os medicamentos genéricos contêm, em sua embalagem, logo abaixo do nome do princípio ativo que os identifica, a frase "Medicamento Genérico - Lei nº 9.787, de 1999". Além disso, os genéricos são identificados por uma grande letra "G" azul impressa sobre uma tarja amarela, situada na parte inferior das embalagens do produto. É o que estabelece a Resolução RDC n° 333, de 19 de novembro de 2003

segunda-feira, 24 de maio de 2010








PET SAÚDE DA FAMÍLIA



COMPOSIÇÃO:



Tutores: Docentes da Universidade Regional de Blumenau.



Preceptores: Servidores das Unidades Básicas de Saúde da cidade de Blumenau.



Acadêmicos: Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Serviço Social.



INFORMAÇÕES



O programa PET Saúde da Família trabalha com quatro linhas. Linha A - Princípios da Educação Popular para a Promoção da Saúde; Linha B - Uso racional de medicamentos e adesão terapêutica; Linha C - A condição Humana e a Saúde do Adolescente, Linha D - Atividade física e Saúde. O objetivo geral do PET Saúde é fomentar a formação de grupos de aprendizagem tutorial em áreas etratégicas para o Sistema Único de Saúde (SUS), caracterizando-se como instrumento para a qualificação em serviço dos profissionais da saúde, bem como de iniciação ao trabalho e vivência dirigidos aos estudantes das graduações em saúde, de acordo com as necessidades do SUS.


INDICAÇÕES



  • Facilita o processo de integração ensino-serviço-comunidade;

  • Intitucionalizar as atividades pedagógicas dos profissionais do serviço de saúde;

  • Promover a capacitação docente dos profissionais do serviço de saúde;

  • Estimular as necessidades do serviço como fonte de produção de conhecimento e pesquisa na universidade;

  • Incentivar o ingresso de profissionais do serviço na carreira docente.

REAÇÕES



  • Qualificação/fortalecimento da Atenção Básica em Saúde e da Vigilância em Saúde;

  • Estímulo para a formação de profissionais de saúde com o perfil adequado às necessidades e as políticas de saúde do país;

  • Publicações e participação dos professores tutores, preceptores e estudantes em eventos acadêmicos.

  • Desenvolvimento de novas práticas de atenção e experiências pedagógicas, contribuindo para a reorientação da formação e implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de graduação da área da saúde;

  • Satisfação do usuário do SUS.

Data de fabricação, data de validade


Lote: PET I F:2009/ V:2010


Lote: PER II F:2010/V:2011

(+) INFORMAÇÕES:

www.saude.gov.br/sgtes/petsaude

CCS-Sala PET J-107




sexta-feira, 21 de maio de 2010

Alunos de Farmácia participam de ato nacional pela profissão






Acadêmicos do curso de Farmácia da FURB marcaram presença na concentração nacional pela aprovação do substitutivo ao Projeto de Lei 4385/94 que transforma a “Farmácia em estabelecimento de saúde”. A mobilização aconteceu no último dia 12 de maio, em Brasília e reuniu mais de 60 entidades e em torno de 2 mil pessoas entre profissionais e estudantes de farmácia. O ato foi organizado pela Federação Nacional de Farmacêuticos – Fenafar.
A matéria que mobiliza a categoria farmacêutica e os futuros profissionais já tem 16 anos e agora está em vias de ser votada e, se aprovada, irá revolucionar o papel do farmacêutico e da farmácia. A profissão foi regulamentada na década de 70 e desde então a área de atuação do farmacêutico foi naturalmente se ampliando nos serviços de saúde, surgindo a necessidade de mudar a legislação.
Em 1994 foi apresentado o Projeto de Lei 4385 mas, de acordo com a Federação Nacional dos Farmacêuticos, ao invés de favorecer os farmacêuticos e contemplar uma realidade atual o projeto mostrou-se um atraso ainda maior. A proposta eliminava a obrigatoriedade da presença do farmacêutico nos estabelecimentos que fazem a dispensação de medicamentos. Nos casos de drogarias e ervanários, a responsabilidade técnica tanto poderia ser do farmacêutico, como do oficial de farmácia ou até mesmo do auxiliar de farmácia com curso profissionalizante de nível médio.
Era preciso construir uma alternativa que respondesse aos interesses dos profissionais e às necessidades da população. Uma proposta que reconhecesse a importância da farmácia e que reafirmasse o farmacêutico como agente fundamental para prestação da assistência farmacêutica. Foi então, em 1997, que as organizações de profissionais farmacêuticos do país começaram a dar forma a um substitutivo que integrasse as farmácias ao Sistema Único de Saúde e colocasse o farmacêutico como peça central do serviço. A pedido da categoria surgiu então uma proposta a qual consiste no substitutivo ao PL 4385/94.
O substitutivo muda a feição da Farmácia como estabelecimento e, consequentemente, do profissional: “Farmácia é um estabelecimento de saúde e uma unidade de prestação de serviços de interesse público, articulada com o Sistema Único de Saúde, destinada a prestar assistência farmacêutica e orientação sanitária individual e coletiva, onde se processe a manipulação e/ou dispensação de medicamentos magistrais, oficinais, farmacopeicos ou industrializados, cosméticos, insumos farmacêuticos, produtos farmacêuticos, plantas medicinais, produtos fitoterápicos e correlatos”.




Texto: Marta Raldes

quarta-feira, 24 de março de 2010

O rótulo do medicamento manipulado deve conter:

1)Nome do paciente e do profissional que prescreveu o medicamento;
2)Número de registo da farmácia, data da manipulaçaõ e validade do produto;
3)Descriçaõ da fórmula com os nomes das substâncias dosagens;
4)Uso e modo de usar o produto;
5)Quantidade solicitada do medicamento;
6)Nome, endereço, CNPJ e telefoneda farmácia; nome r número da incriçaõ no
Conselho Regional de Farmácia do farmacêutico resposável.


Fonte:Cconselho Regional de Farmácia do Estado de Santa Catarina_CRF/SC.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

CÂNCER DO COLO DE ÚTERO

O câncer do colo de útero é o que apresenta um dos mais altos índices de cura, chegando perto de 100%, quando diagnosticado precocemente. Por isso é importante fazer o exame preventivo periodicamente. Sua incidência á maior em mulheres entre 40 e 60 anos de idade e uma pequena porcentagem ocorre abaixo dos 30 anos.

SINTOMAS

· A fase inicial da doença não apresenta sintomas.
Com a evolução a mulher pode apresentar: sangramento vaginal após relações sexual, sangramento vaginal intermitente, secreção vaginal com odor ruim e dor abdominal associada a queixas urinárias ou intestinais.


FATORES DE RISCO PARA O CÂNCER DE COLO UTERINO

· Infecções por HPV – Papiloma Vírus Humano
· Infecção por HIV ou Herpes
· Início precoce da vida sexual
· Tabagismo
· Vida sexual promíscua
· Várias doenças sexualmente transmissíveis


COMO É FEITA A PREVENÇÃO

· Através da realização anual do exame preventivo (Papanicolau).
· Usar o preservativo durante as relações sexuais, evitando assim o contágio pelo HPV, vírus que tem um papel importante para o desenvolvimento do câncer de colo uterino.

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